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Papa responde sobre Fátima.

 

O Papa em Portugal:

“hoje nós vemos de modo realmente aterrorizador que a maior perseguição à Igreja não vem dos inimigos externos”.

 

 “Além desta grande visão do sofrimento do Papa, que podemos em primeira instância referir ao Papa João Paulo II, são indicadas realidades do futuro da Igreja que pouco a pouco se desenvolvem e se mostram. É verdade que além do momento indicado na visão, fala-se e vê-se a necessidade de uma paixão da Igreja, que naturalmente se reflete na pessoa do Papa, mas o Papa está na Igreja e, portanto, são os sofrimentos da Igreja que são anunciados. O Senhor nos disse que a Igreja estará sempre em sofrimentos, de formas diferentes até o fim do mundo. O importante é que a mensagem, a resposta de Fátima, basicamente, não trata de situações particulares, mas da resposta fundamental que é a conversão permanente, penitência, oração e as virtudes cardeais, fé, esperança, caridade. Assim vemos que esta é a resposta verdadeira e fundamental que a Igreja deve dar, que cada um de nós tem de dar nesta situação. Quanto à novidade que hoje podemos descobrir nesta mensagem é que também não vêm só de fora os ataques ao Papa e à Igreja, mas o sofrimento da Igreja vem exatamente de dentro da Igreja, do pecado que existe na Igreja. Isso também se vê sempre, mas hoje nós vemos de modo realmente aterrorizador que a maior perseguição à Igreja não vem dos inimigos externos, mas nasce do pecado na Igreja. E que a Igreja tem, pois, uma necessidade profunda de reaprender a penitência, aceitar a purificação, aprender o perdão mas também a necessidade de justiça. O perdão não substitui a justiça. Devemos aprender precisamente este essencial: a conversão, a oração, a penitência, as virtudes teologais, e aqui sejamos realistas, o mal ataca também de dentro, mas que também sempre as forças do bem estão presentes e, finalmente, o Senhor é mais forte que o mal e Nossa Senhora para nós é a garantia. A bondade de Deus é sempre a última resposta da história.”  (10/05/2010)

(Resposta do Santo Padre, o Papa Bento XVI, aos jornalistas em seu vôo para Portugal, sobre a visão do 3º segredo.)

Fonte:  http://fratresinunum.com/

 

Papa Bento XVI: Uma fé criada por nós mesmos não tem nenhum valor

01.10.2011 – “O Papa concedeu, esta semana, como de costume, uma audiência geral, durante a qual comentou a viagem apostólica que realizou à sua terra natal, a Alemanha. Refletindo no encontro ecumênico que teve com os protestantes em Erfurt, Sua Santidade foi precisa:

“É necessário o nosso esforço comum no caminho rumo a uma plena unidade, mas sempre somos bem conscientes de que não podemos ‘fazer’ seja a fé, seja a unidade tão desejada. Uma fé criada por nós mesmos não tem nenhum valor, e a verdadeira unidade é, mais do que tudo, um dom do Senhor, o qual rezou e reza sempre pela unidade dos seus discípulos. Somente Cristo pode dar-nos essa unidade, e seremos sempre mais unidos na medida em que voltarmos a Ele e nos deixarmos transformar por Ele.”

Uma fé criada por nós mesmos não tem nenhum valor. A sutileza com a qual Bento XVI criticou a figura rebelde do monge alemão Martinho Lutero na frente de seus seguidores entra em cena novamente… Esta afirmação foi (mais) uma magistral “alfinetada” do Pontífice ao luteranismo e, portanto, ao próprio fundador da revolta, Lutero. Ora, e o que é a fé protestante senão uma fé criada por um homem, ou seja, “por nós mesmos”, pessoas, seres falíveis e miseráveis? E o que são as hoje milhares de dissensões do protestantismo? Não são um exemplo daquela observação convenientíssima de nosso Senhor Jesus Cristo, de que “se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala” (Mt 15, 14)? Não se aplica a estes que se afastaram da única Igreja fundada por nosso Senhor aquela passagem: “Quem não está comigo está contra mim; e quem não ajunta comigo, espalha.” (Mt 12, 30)?

Seremos sempre mais unidos na medida em que voltarmos a Ele e nos deixarmos transformar por Ele. Leia-se: seremos sempre mais unidos na medida em que voltarmos ao Seu Corpo Místico, desejando fazer parte também de sua estrutura visível, tendo como pontos comuns da fé não só a Trindade, a Divindade de Jesus ou a Ressurreição, mas também o Símbolo dos Apóstolos e os Sacramentos.

A maneira como o Papa critica o luteranismo é estratégica. Ele sabe que uma manifestação aberta e explícita de condenação pode, ao invés de aproximar os dissidentes da Igreja, gerar uma verdadeira campanha de propaganda midiática anticlerical ou mesmo manter distantes aqueles que estão em busca de um verdadeiro diálogo ecumênico. Mas, ao mesmo tempo, conhece a necessidade de deixar transparecer a unicidade e a santidade da Igreja para aqueles que estão de alguma forma dela afastados.

Os resultados de todos os esforços de Bento XVI para, a pedido de Jesus, promover e firmar a unidade entre os seus seguidores, são visíveis. A onda de conversão de anglicanos à fé católica, um grupo de fiéis anglo-luteranos que também estão voltando ao seio da verdadeira Igreja são alguns exemplos de como é frutuoso o trabalho de nosso Pontífice ao redor do mundo.

Rezemos por seu ministério, para que Deus o conserve fiel à missão que lhe foi confiada, e que não pereça ante as investidas do inimigo.”

Por Everth Queiroz Oliveira (http://beinbetter.wordpress.com/)

 Fonte: www.rainhamaria.com.br

 

 

Papa sugere: quando não se crê,
é melhor ser honesto e deixar a Igreja.

30.08.2012 - Em seu discurso no Angelus de domingo, o Papa Bento XVI falou da traição de Judas a Cristo, afirmando que o problema de Judas foi ter falhado em abandonar a Cristo quando já não mais acreditava — uma “falsidade”, afirmou o Papa, “que é uma marca do demônio”.

“Judas”, declarou o Papa Bento, “poderia ter deixado [Jesus], como fizeram muitos discípulos; de fato, ele teria abandonado, se fosse honesto. Pelo contrário, ele permaneceu com Jesus. Não por causa da fé, ou por causa do amor, mas com a intenção secreta de se vingar do Mestre”.

Segundo o diretor em Roma da Human Life International [HLI], Monsenhor Ignacio Barreiro, os comentários são muito relevantes para a atual situação na Igreja Católica. Mons. Barreiro, doutor em teologia dogmática, disse ao LifeSiteNews que “para aqueles Católicos que não podem se convencer a crer nos ensinamentos formais da Igreja sobre questões relacionadas à vida e à família, seria mais honesto deixar a Igreja, em vez de traí-La”.

Mas, acrescentou, “nós lamentamos muitíssimo que a pessoa seja tão propensa [a isso] e desejamos que tenha uma conversão, passando a crer verdadeiramente”.

O Papa Bento, em suas observações, fez uma distinção entre crer e compreender, notando que alguns discípulos se afastaram de Cristo porque não acreditavam. Todavia, disse ele, mesmo aqueles que permaneceram, acreditaram antes de compreender plenamente.

O diretor em Roma da HLI comentou: “dificuldade intelectual não é desobediência”. E explicou: “Pode haver ensinamentos que  você acha difíceis de aceitar. Contudo, (nessas circunstâncias) é virtuoso acreditar, uma vez que você faz um sacrifício da sua própria vontade, tomando como sua a mente da Igreja”.

Mons. Barreiro recordou que a submissão da vontade e do intelecto é exigida quando se trata de ensinamentos oficiais da Igreja, e não de opiniões prudenciais. “Por exemplo”, declarou, [a submissão] é necessária para o ensinamento sobre o aborto, mas pode haver diferenças legítimas de opinião entre os Católicos sobre como prestar auxílio aos pobres”.

Dando outro exemplo, ele ressaltou que enquanto a Igreja nunca pode ordenar mulheres ao sacerdócio, pode haver diferenças sobre como assegurar a todos o acesso a cuidados de saúde”.

O Papa concluiu com uma oração, pedindo a Deus que “nos ajude a crer em Jesus, como fez São Pedro, e a ser sempre sinceros com Ele e com seu povo”.

 

Fonte: http://fratresinunum.com/

 

 

 

 

Bento XVI: Os Católicos devem ser fiéis à Igreja e ao Papa.

 

 (Vaticano, 11-06-2012) - O Papa Bento XVI explicou esta manhã que os católicos, especialmente os sacerdotes que servem diretamente a Santa Sé, devem ser sempre fiéis à Igreja e ao Sucessor do Pedro, pois colaboram com ele na sua missão.

Assim indicou na manhã de hoje o Santo Padre diante dos membros da Pontifícia Academia Eclesiástica pouco antes de concluir o curso desta instituição e antes de que os alunos dali partam para as distintas Representações Pontifícias (nunciaturas) espalhadas pelo mundo.

Bento XVI disse que “O Papa conta convosco também, para ser assistido no cumprimento do seu ministério universal. Convido-vos a não ter medo, preparando-vos com diligência e solicitude para a missão que vos espera, confiando na fidelidade d’Aquele que desde sempre vos conhece e chamou à comunhão com o seu Filho Jesus Cristo”.

“A fidelidade de Deus é a chave e a fonte da nossa fidelidade. Hoje queria chamar a vossa atenção precisamente para esta virtude, que bem exprime o vínculo muito especial que se cria entre o Papa e os seus colaboradores imediatos, tanto na Cúria Romana como nas Representações Pontifícias: um vínculo que, para muitos, se radica no caráter sacerdotal de que estão investidos e se especifica depois na missão peculiar, que é confiada a cada um, ao serviço do Sucessor de Pedro”. O Papa explicou logo que “no contexto bíblico, a fidelidade é primariamente um atributo divino: Deus dá-Se a conhecer como Aquele que é fiel para sempre à aliança concluída com o seu povo, não obstante a infidelidade deste. Fiel como é, Deus garante que levará a cumprimento o seu desígnio de amor, e por isso Ele é também credível e verdadeiro. Este comportamento divino é que cria no homem a possibilidade de, por sua vez, ser fiel”.

“Aplicada ao homem, à virtude da fidelidade está profundamente ligada ao dom sobrenatural da fé, tornando-se expressão daquela solidez própria de quem fundou toda a sua vida em Deus. De fato, a única garantia da nossa estabilidade está na fé (cf. Is 7, 9b), e só a partir dela podemos, por nossa vez, ser verdadeiramente fiéis: primeiro a Deus, depois à sua família, a Igreja, que é mãe e mestra, e nela à nossa vocação, à história na qual o Senhor nos colocou”.

“Nesta perspectiva, encorajo-vos, queridos amigos, a viver o vínculo pessoal com o Vigário de Cristo como parte da vossa espiritualidade. Trata-se, sem dúvida, de um elemento próprio de todo o católico, e mais ainda de todo o sacerdote. No entanto, para aqueles que trabalham na Santa Sé, este vínculo assume um caráter particular, já que colocam ao serviço do Sucessor de Pedro boa parte das suas energias, do seu tempo e do seu ministério diário”, animou o Papa.

Bento XVI ressaltou que “trata-se de uma grave responsabilidade, mas também de um dom especial, que com o tempo vai desenvolvendo um vínculo afetivo com o Papa, de confiança interior, um idem sentire natural, que se expressa justamente com a palavra ‘fidelidade’”.

O Santo Padre afirmou também que essa fidelidade deve dar-se naqueles lugares aonde sejam enviados, já que o trabalho dos representantes pontifícios é “uma preciosa ajuda para o ministério petrino”. “Desta forma, encorajareis e estimulareis também as Igrejas particulares a crescerem na fidelidade ao Romano Pontífice e a encontrarem no princípio da comunhão com a Igreja universal uma orientação segura para a sua peregrinação na história. E, por último, mas não menos importante, ajudareis o próprio Sucessor de Pedro a ser fiel à missão recebida de Cristo, permitindo-lhe conhecer mais de perto o rebanho que lhe está confiado e fazer-lhe chegar mais eficazmente a sua palavra, a sua solidariedade, o seu afeto”, prosseguiu o Papa.

“Neste momento, penso com gratidão na ajuda que diariamente recebo dos numerosos colaboradores da Cúria Romana e das Representações Pontifícias, bem como no apoio que recebo da oração de inumeráveis irmãos e irmãs de todo o mundo”, afirmou aos presentes.

Para concluir o Papa Bento XVI afirmou que “na medida em que fordes fiéis, sereis também credíveis. Aliás, sabemos que a fidelidade que se vive na Igreja e na Santa Sé não é uma lealdade «cega», pois é iluminada pela fé n’Aquele que disse: «Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja».”

“Comprometamo-nos todos neste caminho para, um dia, podermos ouvir dirigidas a nós as palavras da parábola evangélica: «Servo bom e fiel, entra na alegria do teu Senhor»”, concluiu o Santo Padre.                                         

 

Fonte: http://www.acidigital.com/

 

 

 

OREMOS E VIGIEMOS

 

O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores (...) (1Tm. 4, 1-2)

 

Diariamente devemos rezar muito pelo Papa, pela Igreja e por todo o clero, pois a semente maligna da divisão interna não para mais de se espalhar. Também, vigiar diuturnamente para identificar e denunciar todos aqueles que ignoram e criticam o santo Padre; principalmente de forma velada e hipócrita, para assim mais facilmente infiltrarem a cizânia e contaminarem os corações dos desavisados. Esses que assim agem no escondimento são adeptos do modernismo rebelde, desenfreado e irresponsável, que vem minando os alicerces do autêntico catolicismo. Leia as cartas abaixo e veja a gravidade que nos cerca há muito tempo:

Carta de Dom Manoel Pestana Filho para Dom Lucas Moreira Neves e para  Dom Luciano Mendes: - Não é só a Fumaça de Satanás!

Em tempos de pouquíssima sinceridade pastoral, onde tudo é feito para agradar somente os de fora e romper a unidade da Igreja, trazemos à baila duas cartas escritas por Dom Manoel Pestana Filho sobre a CNBB. A sentença do Bispo é certeira: chegamos ao limite do tolerável, e isso na década de 1980. Os destinatários são certos: Dom Lucas Moreira Neves, um Bispo conservador, e Dom Luciano Mendes, onde a CNBB sob seu governo desceu a níveis inimagináveis de comunismo. Aos leitores, a decisão sobre os frutos bons ou maus da Conferência Episcopal Brasileira. Entendemos que a pior faceta daqueles que perderam o senso do sagrado se dá na liturgia; entender a mecânica de todo o boicote à Tradição, venha de onde vier, será salutar para devolver o trono da ordem social para Cristo Rei. Os destaques são nossos.

 

 

Carta a Dom Lucas Moreira Neves
Presidente da CNBB
20 de janeiro de 1988

 

Creio que já ultrapassamos os limites do tolerável. Nem mais seríamos canes non valentes latrare [Cães incapazes de latir Is 56,10], responsáveis diante de Deus e da Igreja pelas inimagináveis conseqüências do nosso silêncio no meio do sofrido povo de Deus, se, estupidificados pelo engodo da 'unidade', continuássemos engolindo a infidelidade e apostasia que escorrem do alto. Não é apenas a fumaça de Satanás que entrou na Igreja, por alguma fenda oculta, como lamentava o Santo Padre Paulo VI: é, transpondo triunfalmente os portões, o diabo inteiro, presente nos mais altos postos, através de seus fiéis seguidores.

Um Cardeal, que depois de comunicar que nem tomaria conhecimento da passagem da imagem de Fátima pela sua Arquidiocese, pronuncia-se, na televisão, a favor da abolição do celibato eclesiástico – ou melhor, declara-o contra o direito – e defende o homossexualismo; a CNBB que assume oficialmente, para espanto dos Constituintes que ainda respeitam a Igreja, a posição do sinistro Frei Betto pela despenalização do aborto, como em vão propugnou Dom Cândido Padim em Itaici, na Comissão da Constituição e em plenário; a imposição prática de um texto da Campanha da Fraternidade, complementado pelo que a AEC, avançando ainda mais, preparou para os pobres colégios católicos, em que não sobra nem fraternidade nem fé; os cursos de lavagem cerebral para Bispos que, apenas transferidos de Itaici para o Embu, são agora apresentados como 'cursos para bispos novos' – e V. Exa. sabe muito bem quais são os seus organizadores e professores – TUDO ISSO claramente indica que o caminho que estamos seguindo não leva a Jerusalém nem muito menos a Roma: vai direto a Sodoma e Gomorra, que já não estão muito longe.

Revendo, para um curso de férias, as peripécias do Arianismo, Nestorianismo e Monofisitismo, pus-me a refletir no acerto de Franklin: 'Não me importa o que hoje pensam de mim, mas o que dirão de mim daqui a cem anos' - E assusta-me a responsabilidade perante o presente e principalmente o futuro, que vamos alegre e levianamente assumindo.”

 

 

Carta a Dom Luciano Mendes
19 de fevereiro de 1988

 

Agradecendo-lhe o envio de parabéns e a garantia de orações pelo aniversário de minha consagração episcopal, peço-lhe a caridade de ouvir-me ainda uma vez.

A situação eclesial brasileira se deteriora a olhos vistos, dia a dia. Lembra-me o espantoso processo de autodemolição de que falava Paulo VI. Um incrível masoquismo estéril e suicida, com graves danos para o Reino de Deus. O senhor tem uma posição privilegiada nesse contexto. Pelo amor de Deus, pare um pouco. A velocidade embriaga. E há gente demais ligada ao seu desempenho.
Não se pode mais aceitar como conselheiros e mestres nas Assembléias da CNBB, muito menos como representantes da CNBB na Constituinte, tipos como Plínio de Arruda Sampaio, que vota pelo aborto e pelo divórcio; ou Hélio Bicudo que, conhecido por posições opostas aos princípios cristãos, ameaça de público levar o Papa ao Tribunal de Haia; ou outros confessadamente trotskistas (já os tivemos em Itaici), marxistas, etc, como, em livro, acaba de confirmar antigo assessor da Conferência.
Seria bem mais vantajoso desligar-me, acomodado, se a paralisia não fosse consciente e dolorosa. Veja nisto, desajeitada que pareça, a contribuição que posso oferecer para que a situação, que nos querem fazer irreversível, seja superada energicamente, enquanto é tempo.

Sei que muitos não creem em Fátima. Problema deles. Entretanto, o que vem acontecendo, ademais da atitude do Magistério eclesiástico autêntico, me leva a confiar, apreensivo, na Senhora da Mensagem, como chamou João Paulo II. E muita coisa diz respeito ao que agora se está vendo.”  

Fonte: http://atanasiano.blogspot.com.br/

 

 

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