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Oremos pelo Papa

 

"Queridos amigos, neste momento eu posso dizer apenas: rezai por mim, para que eu aprenda cada vez mais a amar o Senhor. Rezai por mim, para que eu aprenda a amar cada vez mais o seu rebanho, a Santa Igreja, cada um de vós singularmente e todos vós juntos. Rezai por mim, para que eu não fuja, por receio, diante dos lobos." - Homilia pelo início do Ministério Petrino, 24 de abril de 2005.

 

 Oremos pelo clero

(Cardeal Leme)

 

“Deixai, ó Jesus, que em vosso Coração Eucarístico, depositemos as mais ardentes preces pelo nosso clero. Multiplicai as vocações sacerdotais em nossa pátria; atrai ao vosso altar os filhos do nosso Brasil; chamai-os como instância ao vosso ministério!

Conservai na perfeita fidelidade ao vosso serviço aqueles a quem já chamastes; afervorai-os, purificai-os santificai-os, não permitindo que se afastem do espírito de vossa Igreja.

Não consintais, ó Jesus, nós Vos suplicamos, que debaixo do céu brasileiro sejam, por mãos indignas, profanados os vossos mistérios de amor. Com instância vos pedimos: deixai que a misericórdia de vosso Coração vença a vossa justiça divina por aqueles que se recusaram à honra da vocação sacerdotal, ou desertaram das fileiras sagradas.

Por vossa Mãe, Maria Santíssima, Rainha dos Sacerdotes, atendei, Jesus, a esta nossa insistente oração. Ó Maria, ao vosso coração confiamos o nosso Clero: guiai-o, guardai-o, protegei-o, salvai-o!”

 

"Chegamos ao grande momento. A Fé está agora na presença não de uma heresia particular como no passado – o arianismo, o maniqueísmo, dos albigenses, dos maometanos – nem está na presença de algum tipo de heresia generalizada, como ocorreu quando enfrentou a revolução protestante trezentos a quatrocentos anos atrás. O inimigo que a Fé tem de enfrentar agora, e que pode ser chamado de “O Ataque Moderno”, é um assalto indiscriminado aos fundamentos da Fé, à própria existência da Fé. E o inimigo que agora avança contra nós está cada vez mais consciente do fato de que não pode haver qualquer neutralidade. As forças que agora se opõem à Fé têm o propósito de destruí-la. A batalha é doravante travada em uma linha definida de clivagem, envolvendo a sobrevivência ou a destruição da Igreja Católica. E toda – não uma parte – de sua filosofia"

 

Hilaire Belloc

 

(http://www.catholicauthors.com/belloc.html)

 

 

 

  

Papa: “as coisas de Deus são as que merecem urgência.”

 

(16.08.2011 - Em sua homilia durante a Missa na festividade da Assunção.)

 

Castel Gandolfo  – Deus é a verdadeira urgência de nossa vida, declarou Bento XVI nessa segunda-feira, na homilia que pronunciou durante a missa da solenidade da Assunção, celebrada na paróquia de San Tommaso da Villanova, em Castel Gandolfo.

O Papa destacou a expressão “com prontidão”, com a qual o Evangelho de Lucas assinala que Maria se dirigiu à casa de Zacarias e de sua prima Isabel.

Em referência a esta expressão, indicou que “merecem esta urgência; inclusive podemos dizer que as únicas coisas que merecem urgência são as de Deus, verdadeira urgência da nossa vida”.

O pontífice explicou que “Zacarias, Isabel e o pequeno João Batista são, de fato, o símbolo de todos os justos de Israel, em cujos corações, repletos de esperança, aguardam a vinda do Messias Salvador”.

“É o Espírito Santo que abre os olhos de Isabel para fazer-lhe reconhecer em Maria a verdadeira arca da aliança, a Mãe de Deus que vai visitá-la”, acrescentou.

Continuando esta explicação, o Papa afirmou que “João Batista, no seio de sua mãe, dança diante da arca da Aliança, como Davi”.

“E reconhece assim que Maria é a nova arca da Aliança, diante da qual o coração exulta de alegria; a Mãe de Deus presente no mundo, que não guarda para si mesma esta divina presença, mas que a oferece, compartilhando a graça de Deus”, continuou.

Em referência à Virgem, Bento XVI afirmou que “nos conduz à esperança, a um futuro repleto de alegria”.

Ao mesmo tempo – acrescentou –, Maria nos ensina o caminho para alcançar este futuro de plenitude: “acolher na fé o seu Filho; não perder jamais a amizade com Ele, mas deixar-nos iluminar e guiar pela sua palavra; segui-lo cada dia, inclusive nos momentos em que sentimos que nossas cruzes se tornam pesadas”.

Em sua homilia, o Papa também se referiu à assunção de Maria “à glória do Céu em alma e corpo, isto é, com todo o ser humano, na integridade da sua pessoa”.

E assegurou que “também a nossa existência cotidiana, com seus problemas e suas esperanças, recebe luz da Mãe de Deus, do seu percurso espiritual, do seu destino de glória”.

Para o bispo de Roma, o caminho e a meta de Maria “podem e devem se tornar, de alguma maneira, nosso próprio caminho e nossa própria meta”.

E isso tendo em conta o “destino de glória extraordinária” reservado a Ela, ao estar “estreitamente unida ao Filho que acolheu na fé e gerou na carne”.

“Maria, a arca da aliança que está no santuário do Céu, nos indica, com luminosa claridade, que estamos no caminho rumo à nossa verdadeira Casa, a comunhão de alegria e de paz com Deus”, destacou. Segundo o Papa, a festa da Assunção “nos diz que também nós estaremos ao lado de Jesus na plenitude de Deus e nos convida a ser valentes, a crer que a força da Ressurreição de Cristo possa atuar também em nós e nos converter em homens e mulheres que, a cada dia, tentam viver como ressuscitados, levando a luz do bem à obscuridade do mal que há no mundo”.

Fonte: www.rainhamaria.com.br        ( http://www.zenit.org/)

 

 

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