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BENTO XVI:

AQUELE QUE DETÉM A CHAVE.

 

INTRODUÇÃO

 

Após sete anos de sua partida para a Glória do SENHOR, aguardamos para muito breve a canonização do saudoso Papa João Paulo II. Creio que todos admitem ter ele alcançado uma quase unanimidade de aceitação e reconhecimento por ter sido um autêntico representante de DEUS na face da Terra; algo raríssimo na humanidade de hoje, visto o distanciamento dela de DEUS e da vivência de Sua Palavra. Mas, como vemos, os milagres acontecem. Esse mesmo santo homem, do alto de sua sabedoria e sensibilidade que o ESPÍRITO de DEUS lhe concedia copiosamente, por mais de vinte anos, confiou cegamente em um irmão de fé, o qual tornou seu mais próximo auxiliar e conselheiro, inclusive entregando-lhe a responsabilidade na condução da vigilância da doutrina da fé na Igreja. Quem foi esse agraciado?  Cardeal Joseph Ratzinger!

Para muitos estudiosos nos assuntos do Vaticano ficou nítido que o Papa João Paulo II preparou e indicou indiretamente, através dos fatos, cargos e responsabilidades, aquele que, em seu coração, deveria sucedê-lo; mas, como sempre foi um homem de fé e obediência ao ALTÍSSIMO, deixou ao ESPÍRITO SANTO a última palavra. E o DEUS amoroso, misericordioso e justo acolheu sua vontade, e o Cardeal Ratzinger tornou-se seu sucessor, como Bento XVI, em 19 de abril de 2005.

Um outro homem, outra personalidade, outro temperamento, mas a mesma fé. Autênticos sacerdotes do ALTÍSSIMO, adoradores do SENHOR e apaixonados pela Sua Igreja e pela humanidade. Prontos e disponíveis para todo e qualquer sacrifício, até o da doação da própria vida, para procurar manter a fidelidade aos desígnios do TODO PODEROSO e à doutrina de Sua Igreja.  

No entanto, como diz o ditado popular, com muita legitimidade e propriedade, “o diabo não dorme...”, e como não precisa descansar, planeja e executa a maldade vinte e quatro horas.

Nos últimos anos de sua missão à frente da Igreja, já debilitado pela idade, pela doença e com pouca capacidade de reação, o Papa João Paulo II viu crescer, não só no Vaticano, mas na Igreja de todo o mundo, movimentos “modernizantes” que sonhavam (e ainda sonham!) em escancarar as portas da Casa de DEUS para que o mundo a invada com suas modas inconseqüentes e maculantes, ou seja, sepultando Sua doutrina, dogmas, tradição, liturgia, sacralidade e respeito. Sendo mais claro: se assim ocorrer, romper-se-á a união existente com os Céus, pois ao extinguir-se a espiritualidade, a sacralidade e o Santo Sacrifício na Igreja extinguir-se-á também a verticalidade tão claramente exposta na teologia do crucifixo: o SENHOR que se doa totalmente de braços abertos para acolher a humanidade e conduzi-la ao PAI. Sem a renovação do Sacrifício Perpétuo, não haveria mais o verdadeiro catolicismo, não haveria mais salvação, através de uma igreja que teria se tornado vazia. E já, nos dias de hoje, alguns eclesiásticos começam a propor a substituição da Santa Missa por “cultos ecumênicos”... Como podem tão facilmente deixar-se cegar por satanás? Com essa heresia visam agradar a quem? Certamente ao mundo, ao próprio orgulho e vaidade, aos inimigos milenares da Igreja e principalmente ao inimigo das almas. Isso tem um nome: apostasia. (2Ts. 2, 3)

Quando assumiu como legítimo sucessor de São Pedro, o Papa Bento XVI de tudo isso sabia, e, vendo o descalabro avolumar-se, tratou rapidamente de agir para coibir e corrigir os terríveis excessos que os modernistas, ecumenistas e “teólogos da libertação”, na calada da noite, implantavam. Esses, por sua vez, ao identificarem a ação saneadora do Papa, revoltaram-se e iniciaram um processo gradual de rebeldia, desobediência e boicote às decisões daquele inspirado por DEUS. Quem foi o rebelde desde o princípio dos tempos? E qual deverá ser então o espírito que os inspira? Definitivamente não nos iludamos, não existem zonas neutras, nem de conforto e isenção espiritual, muito menos três caminhos, são apenas dois: ou você está sob a ação do ESPÍRITO SANTO, sendo obediente e fiel ao santo Evangelho de JESUS, à Doutrina da Igreja e ao Papa, ou você está sob a ação do espírito das trevas, do mentiroso e rebelde; o mundano. O trágico é que essa rebeldia solapadora dos alicerces da Igreja de CRISTO, a única instituída por ELE (Mt. 16,18), infiltra-se e espalha-se hipócritamente no escondimento, fora do alcance dos olhos e consciência dos simples, humildes e desavisados; conduzindo-os ao abismo eterno. Esse sim um verdadeiro crime hediondo, um crime de lesa-almas.

Portanto, em quem acreditaremos e a quem seguiremos: nosso Senhor JESUS CRISTO, Seu santo Evangelho, os santos Apóstolos, os santos Mártires, os santos Papas, os santos Doutores, a Doutrina bi-milenar da Igreja, seus Dogmas, sua Tradição, os exemplos dos Papas João Paulo II, Bento XVI e os alertas de Nossa SENHORA em Suas autênticas Aparições? Ou nos rebeldes, cismáticos e traidores que capitularam ao mundo com suas pregações modernistas (que valorizam modas, confortos e facilidades), ecumenistas e de alianças pretas (a teologia da escravidão e da perdição!), despidas totalmente de espiritualidade; apenas políticas e humanistas? O PAI concedeu-nos consciência para discernirmos entre o bem e o mal, e o livre arbítrio para escolhermos o caminho a seguir. Nossas almas estão em jogo, mas a decisão será de cada um...

 

 

 

 

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