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Os Sinais do Apocalipse.

 

Diz a Sagrada Escritura:

A terra está cheia de adultérios e está em luto esta terra maldita. As pastagens do deserto ressecaram e os homens correm para o mal. É a iniqüidade que lhes dá forças. (Jr 23,10)

 

 

Carne bovina afeta fertilidade masculina

 

28/03/07: Filhos nascidos de mulheres que ingeriam produto na gravidez tiveram problemas.
Cientistas acham que efeito tenha relação com hormônio de crescimento dado ao gado
.

O consumo excessivo de carne bovina durante a gravidez por mães americanas reduziu a fertilidade dos filhos homens, diz um estudo elaborado nos Estados Unidos e publicado nesta terça-feira (27) pela revista britânica "Human Reproduction".

Esta é a primeira vez que se estabelece um vínculo entre o consumo de carne bovina e a diminuição da fertilidade masculina, que os autores do estudo atribuem à grande quantidade de hormônios no gado americano para o crescimento.

Embora os cientistas reconheçam que os resultados da experiência se restrinjam aos Estados Unidos, onde ainda é permitido o uso de substâncias químicas para engordar os animais, se recomenda que sejam realizadas mais pesquisas para confirmar a relação.

Na União Européia (UE), estas substâncias já estão proibidas desde 1988.

Um grupo de especialistas da Universidade de Rochester, em Nova York, liderado por Shanna Swan, examinou 387 bebês do sexo masculino que nasceram entre 1949 e 1983 e, além de analisarem seu sêmen, perguntaram a suas mães qual era a dieta seguida durante a gravidez.

Na média geral, as mães disseram ter comido carne de vaca 4,3 vezes por semana.

Entre as mulheres, 51 haviam consumido carne bovina mais de sete vezes por semana.

Os cientistas descobriram que os filhos das mulheres que haviam consumido este tipo de carne de forma excessiva tinham 24% menos esperma que os de outras mães que tinham uma alimentação mais balanceada.

Estes bebês produziam, em média, 43,1 milhões de espermatozóides por mililitro de fluído seminal, enquanto o restante dos recém-nascidos examinados tinha uma média de 56,9 milhões por mililitro.

Todos os bebês avaliados pelo estudo tinham a capacidade de reproduzir e, por isto, não foram considerados estéreis.

No entanto, 18% dos meninos, cujo número de espermatozóides era inferior aos 20 milhões por mililitro de sêmen, entravam na categoria de sub-férteis, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apenas 5% dos bebês cujas mães não consumiram tanta carne de vaca tinham esta quantidade de esperma.

"A proporção de homens com uma concentração de esperma sub-fértil e de homens com um histórico de possível sub-fertilidade aumentava à medida que suas mães consumiam carne de vaca durante a gravidez", afirmou o professor Swan.

O diretor do estudo acrescentou que há boas razões para pensar que os danos têm relação com os esteróides anabolizantes usados para um crescimento mais rápido do gado desde 1954 nos Estados Unidos.

Apesar de ter sido proibido, em 1979, o uso do hormônio sintético dietilstilbestrol (DES) neste país, outros seis esteróides continuam sendo usados habitualmente: estradiol, testosterona e progesterona, entre os naturais, e os sintéticos zeranol, acetato de trenbolone e acetato de melengestrol (MGA).

Swan afirmou que os resultados do estudo "podem não ser aplicados a outras regiões do mundo onde o gado é criado através de outros métodos", mas recomendou que se realize uma pesquisa similar na UE para esclarecer a relação entre consumo desta carne na gravidez e a fertilidade masculina.

Fonte: G1.

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Há hormônios nas carnes e leite?

Você já ouviu falar da utilização de hormônios para a engorda de bois, frangos ou para a produção de leite? Quase certamente já.


Muitos artistas e naturalistas já fizeram protestos no Brasil contra o uso indiscriminado de hormônios anabolizantes em animais, diziam que o leite brasileiro possui uma grande carga de hormônios, dizendo que essa é a causa do desenvolvimento mais acelerado das crianças atuais.

Mas a causa é real?

Na verdade não. A falta de informações atualizadas é o maior problema dessas pessoas, que com boa intenção, acabam por prejudicar a sociedade, que fica com medo de se alimentar dessas carnes, que são quase essenciais à alimentação humana.

É importante sabermos que o uso de hormônios anabolizantes em animais é crime anafiançável no Brasil. É claro, mesmo assim, existem casos do uso do hormônio ilegalmente por contrabando, mas são raríssimos os casos, já que esse hormônio é utilizado mais em gados confinados, que quase não ocorrem no Brasil.

De onde vem o mito?

O mito do uso de hormônios na produção de carne e leite vem de antigos protestos sobre a utilização de hormônios animais nos Estados Unidos. O uso do hormônio DES na engorda do gado de corte foi abolido nos EUA em 79, após 30 anos de uso do hormônio nesse país. Porém, mesmo hoje, alguns outros hormônios são permitidos nos EUA, como alguns hormônios sexuais em bovinos, e alguns hormônios na produção leiteira (BST) e de frangos.

O Brasil

No Brasil, a produção animal é bem diferente da americana. O uso de hormônios em animais de corte, ou mesmo na produção de leite é proibido, e seu uso realmente não ocorre em escala considerável no Brasil, já que seu custo no mercado ilegal é alto, tornando-se inviável mesmo aos desonestos.
O uso de hormônios no leite (BST), que é permitido nos EUA, é proibido no Brasil, na Europa, e em muitos outros países.
O uso de hormônios em frangos é uma prática também banida no Brasil.

A produção animal no Brasil criou formas diferentes, que utilizam outros meios para garantir a boa produtividade de animais, sem a utilização de hormônios de crescimento. A produção bovina no Brasil é natural, baseada na alimentação em pastos. Isso é possível devido à imensa área agricultável do país, sem a qual isso não seria possível.

A problemática dos hormônios

O uso de hormônios na carne animal ainda tem efeitos pouco conhecidos. Alguns problemas como o crescimento e desenvolvimento acelerado das novas gerações, são relacionados à utilização desses hormônios. Mas vale ressaltar que essa relação é desconfiável, já que não considera a diferença de hábitos alimentares, além das rotinas diferenciadas das gerações estudadas.

Conclusões

São precipitadas as conclusões de que não devemos consumir carnes, ovos e leite devido à presença de hormônios injetados na produção animal. No Brasil, essas práticas são proibidas, bem como os produtos de outros países que utilizam dessa prática.

É dispensável a preocupação com o consumo de alimentos de origem animal quanto à presença de hormônios, pelo menos no Brasil.

Fontes: Idec, Folha, e Ministério da Agricultura

 

 

 

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