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Os Sinais do Apocalipse.

 

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Diz a Sagrada Escritura:

Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas. Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas. (Lc. 21, 25-26)

 

O quarto Anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua a das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite. (Apocalipse 8: 12)

 

 

Foto: NASA/ Solar Dynamics Observatory

 

Explosão solar dispersou partículas que

cobriram quase metade da superfície solar

 

Rara explosão solar pode prejudicar telecomunicações

 

07.06.2011: Maior tempestade solar desde 2006 pode causar panes a partir da tarde desta quarta.

 

Equipamentos da agência espacial americana registraram na madrugada de hoje (7) uma grande explosão solar que poderá perturbar a atividade de satélites, telecomunicações e redes elétricas a partir de quarta-feira (8).

 

A grande nuvem de partículas cresceu rapidamente e se dispersou parecendo cobrir uma área quase do tamanho da metade da superfície solar. Segundo o serviço de meteorologia dos Estados Unidos (NWS, na sigla em inglês), desde 2006 não se via uma tempestade solar deste tamanho.

 

As labaredas solares ocorrem logo no começo do evento como uma pequeno flash de luz. Um material escuro, o filamento da erupção, é emitido e se expande por uma grande área da superfície solar. A raridade desta explosão solar está justamente no tamanho de sua expansão.

 

O Solar Dynamics Observatory (SDO), da NASA, observou o pico das atividades solares às 2h41 (horário de Brasília), as imagens foram captadas riqueza de detalhes. A equipe do SDO classificou a explosão solar como um "espetáculo visual". As partículas resultantes da explosão, que se movimentam pelo espaço a 1400 km/s. Segundo comunicado do NWS, o fenômeno pode provocar uma tempestade magnética de pequena a moderada, a partir das 15h, horário de Brasília. Ela pode causar problemas nos sistemas de GPS, obrigando aviões a modificar suas rotas ao sobrevoar regiões polares.

 

As explosões na superfície do Sol têm causado preocupação entre os cientistas. O astro tem ciclos de atividade a cada 11 anos, e ele estaria entrando num período de pico entre 2011 e 2012.

 

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

 

 

Tempestades solares podem causar catástrofes mundiais

 

21/02/2011: Atividade eletromagnética do Sol interfere em sistemas de GPS, satélites de comunicação e prejudicar fornecimento de energia

 

O clima espacial, em particular o do Sol, merece atenção pelos prejuízos que pode causar aqui na Terra, alertaram neste fim de semana cientistas da Europa e Estados Unidos, durante a reunião anual da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (na sigla em inglês, AAAS).

 

A estrela tem passado por um período de relativa calmaria nos últimos dez anos, período no qual o mundo se tornou muito dependente de recursos tecnológicos potencialmente vulneráveis ao fênomeno.

 

Tom Bogdan, diretor do Centro de Meteorologia Espacial dos Estados Unidos, descreveu a seqüência de eventos de uma tempestade mais forte: “No começo, a radiação eletromagnética ionizaria a camada mais externa da atmosfera, o que afetaria a atividade dos satélites dos GPS – o sistema pararia de funcionar,” afirmou aos jornalistas. A interferência nos satélites de GPS poderiam acarretar não só problemas de localização como também inutilizar as maquininhas de cartão de crédito, que usam o sistema. Vinte minutos após a tempestade, uma descarga de prótons chegaria aos polos e ao equador, o que pode danificar seriamente os satélites de comunicação. E finalmente, 20 a 30 horas depois do evento inicial, um jato de átomos ionizados (conhecidos como plasma) causariam um bonito efeito de auroras boreais até a latitude do México, mas também poderiam induzir correntes elétricas em oleodutos e cabos de alta tensão, sobrecarregando o sistema elétrico ao ponto do colapso.

 

Com a aproximação de um próximo período de pico de atividade solar, em 2013, agências governamentais estão discutindo medidas preventivas para evitar maiores prejuízos. “O importante é não entrar em pânico”, disse Jane Lubchenco, diretora da NOAA, (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional). Um exemplo pode ser a Suécia, que montou um plano de contingência que inclui capacitores nas redes elétricas e paradas estratégias nos serviços de telecomunicações.

 

Mas todo cuidado é pouco. Na semana passada, os telescópios da Nasa observaram a maior explosão solar dos últimos quatro anos. Por causa dela, as companhias aéreas tiveram que evitar as rotas que passavam pelas regiões polares, porque haviam fortes chances dos sistemas de comunicação por rádio não funcionarem, prejudicando milhares de pessoas que iam ao Pacífico e à Ásia. “Como vamos ter mais e mais eventos do tipo, e eles serão cada vez mais variados, as palavras chave são prever e preparar”, finalizou Jane.

 

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

 

 

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