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Os Sinais do Apocalipse.
A
Sagrada Escritura diz:
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a
aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido
do mar e das ondas. Os homens definharão de medo, na
expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As
próprias forças dos céus serão abaladas. (Lc. 21, 25-26)
Mensagem de Nosso Senhor JESUS CRISTO a John Leary, nos EUA,
em 11/04/1997:
(...) Preparem-se para o castigo que porá fim ao mal neste
planeta. Muitos corpos celestes se movimentam ao redor da
Terra, mas vocês não dão muita importância. Vendo todos
estes cometas recentes e os sinais que deixam na Terra e na
Lua, sabem que esses choques já aconteceram antes.
Olhem para o céu e estejam atentos aos astrônomos, para
verem quando o cometa aparecerá. Minha Justiça se aproxima,
e será visível. Vossa fé será provada por muitos eventos,
mas este será o mais destruidor. Muitas vidas se perderão,
mas EU estarei ao vosso lado para dar-vos a paz. Saibam que
a Terra deverá ser limpa do mal que a permeia. JESUS.

Cientistas acreditam que uma grande colisão há 3,9 bi
de
anos virou a Lua para o lado que hoje é visível da Terra
Colisão com
asteróide gigante fez Lua "girar" 180 graus
21/01/09: Um estudo realizado por cientistas franceses
sugere que um gigantesco impacto causado por um asteróide
teve força suficiente para fazer a Lua girar 180 graus,
deixando visível o lado que atualmente podemos enxergar da
Terra. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de
análises em algumas crateras da superfície lunar. As
informações são do The Guardian.
Devido
à órbita atual do satélite, o lado mais próximo, e também
mais iluminado, é o que pode ser visto do nosso planeta
quando olhamos para cima. A sombra que paira sobre o lado
negro - mais distante - está em constante movimento,
dependendo da posição em relação ao Sol.
A
equipe do Instituto de Física da Terra de Paris, na França,
verificou a idade e a localização de 46 crateras formadas
por asteróides de grandes proporções na superfície da Lua.
Segundo os cientistas, simulações de computador mostraram
que, se a mesma face lunar estivesse virada para a Terra, o
hemisfério ocidental do satélite, observável por nós,
deveria ter um terço a mais de buracos do que o oriental por
causa da órbita. "Comparando, seria como correr na chuva: a
parte da frente ficaria mais molhada do que as costas",
explicaram.
Os
responsáveis pela pesquisa Marcos Wieczorek e Matthieu le
Feuvre avaliaram que o hemisfério ocidental possui as
crateras mais jovens da Lua, enquanto o outro lado tem as
mais antigas. Em razão disso, a região oriental foi muito
mais atingida por asteróides do que a outra. Os resultados
foram divulgados na revista científica New Scientist.
"Um
único impacto foi capaz de fazer a Lua dar um giro de 180
graus", disseram os autores na revista Icarus. As
crateras lunares surgiram em uma grande colisão há 3,9
bilhões de anos, pouco tempo após o satélite nascer dos
detritos da Terra produzidos por uma explosão cósmica ainda
maior.
Fonte: Redação
Terra.
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Lua será maior e mais brilhante na noite desta 6ª
12/12/08: Na noite desta sexta-feira proporcionará um
espetáculo raro às pessoas que gostam de admirar a Lua. O
satélite poderá ser visto em um tamanho maior e muito mais
brilhante devido à máxima aproximação com a Terra, algo que
não acontecia há 15 anos.
No
efeito, a Lua atingirá um tamanho 14% maior e 30% mais
brilhante que o habitual, ficando a apenas cerca de 356.613
km de distância. A movimentação também coincidirá com a fase
de Lua cheia, dando um aspecto mais extraordinário ao
fenômeno.
No
entanto, não é realmente a circunferência da Lua que se
altera durante a movimentação. "A sensação que temos ao
observá-la daqui é o que faz com que o satélite pareça maior
e mais brilhante, o que de fato não acontece", explicou
Ivandel Lourenço, técnico do Laboratório de Astronomia da
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Segundo
Ivandel, como a órbita lunar forma uma elipse, e não um
círculo, existem momentos em que o satélite está mais
próximo (perigeu) ou mais distante (apogeu). "À noite, a Lua
chegará ao ponto em que fica mais próxima, ou seja, durante
o perigeu", conclui.
A
diminuição da distância produzirá ainda o fenômeno das marés
- pontos em que a água dos mares está mais próxima do
satélite, provocando a maré alta. Isso ocorre, de acordo com
o especialista, devido à força de atração que a proximidade
provoca, aumentando levemente a maré alta.
Além
disso, a chegada do solstício de verão, em 21 de dezembro,
fará com que o satélite terrestre alcance a maior altura do
ano no céu. Outra aproximação deve correr somente em
novembro de 2016.
Fonte:Redação Terra.
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