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Os Sinais do Apocalipse.
A
Sagrada Escritura diz:
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a
aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido
do mar e das ondas. Os homens definharão de medo, na
expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As
próprias forças dos céus serão abaladas. (Lc. 21, 25-26)

A
imagem obtida pela sonda da Nasa mostra modificações na
superfície da Lua. No vale Taurus-Littrow, a seta identifica
o local do pouso da Apollo 17
Lua está encolhendo como uma maçã velha, diz estudo da Nasa
19.08.10: A Lua encolheu como uma maçã velha, revelam
imagens da Nasa, que explica esta contração pelo
resfriamento interno do único satélite natural da Terra.
Essas
imagens, publicadas nesta quinta-feira na revista americana
Science, mostram modificações na superfície da Lua
não detectadas anteriormente, indicando que sua
circunferência "retraiu cerca de 100 metros em um
curto período de tempo", explicou Thomas Watters, do
Museu Nacional do Ar e do Espaço e principal autor desse
trabalho.
As
conclusões foram tiradas graças às fotografias registradas
pelas poderosas objetivas posicionadas a bordo da Sonda de
Reconhecimento Lunar (LRO), um instrumento espacial que a
Nasa colocou na órbita da Lua em junho de 2009. As
fotografias revelam a existência de "escarpas lobuladas"
(ondulações) no solo da Lua. Estas formações se situam
principalmente nas regiões lunares de média altitude, em
volta de todo o satélite. A contração e o
"enrugamento" da superfície lunar seriam, assim,
conseqüências do resfriamento do interior da Lua.
Esses
traços geológicos já haviam sido fotografados próximos ao
equador da Lua por câmeras panorâmicas durante as missões
Apollo 15, 16 e 17, no início dos anos 70. Mas 14 novas
escarpas lobuladas desconhecidas apareceram nas imagens de
alta definição do LRO. "Um dos aspectos mais
impressionantes dessas ondulações lunares, é o fato de que
elas parecem relativamente recentes", observou
Thomas Watters.
"Eles
surgiram na superfície lunar provavelmente por causa do
resfriamento interno da lua",
explicou. "As imagens de ultra-alta definição fornecidas
pelas câmeras de ângulo estreito a bordo do LRO vão
revolucionar nossa percepção sobre a lua", declarou Mark
Robinson, do Instituto da Terra e da Exploração Espacial da
Universidade Estadual do Arizona (sudoeste), co-autor desta
pesquisa e principal cientista responsável pelas câmeras do
LRO.
Fonte:
Terra Notícias.
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