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Os Sinais do Apocalipse.
A
Sagrada Escritura diz:
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a
aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido
do mar e das ondas. Os homens definharão de medo, na
expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As
próprias forças dos céus serão abaladas. (Lc. 21, 25-26)

Chuva
de meteoros chamada Perseida é observada em um parque da
Califórnia
Chuva de
meteoros anual corta o céu dos EUA
12.08.09: A chuva
de meteoros conhecida pelo nome de Perseida pode ser vista
nesta quarta-feira quando o fenômeno atingiu o seu pico.
Dezenas de curiosos se reuniram em um parque da Califórnia,
nos Estados Unidos, para registrar o fenômeno. A
Perseida, observável com maior nitidez no Hemisfério Norte,
ocorre anualmente quando a Terra atravessa o espaço onde
estão os escombros deixados pelo cometa Swift-Tuttle. O
cometa completa sua órbita a cada 130 anos e passou a última
vez pelo planeta em 1992.
O
fenômeno é visível a partir da metade de julho, mas registra
a maior atividade entre os dias 8 e 14 de agosto, chegando
ao pico no dia 12. Nesta época, os meteoros são mais
brilhantes e alguns deles deixam trilhas luminosas de gás,
cortando o céu a cerca de 60 km/h.
Segundo o jornal português Diário de Notícias, os
especialistas esperam observar com seus telescópios uma
média de 110 meteoros por hora. Essas estrelas-cadentes
parecem se originar em um ponto específico do céu, onde se
localiza a constelação de Perseus, dando o nome Perseidas,
explicou um astrônomo citado pelo diário.
Existem relatos da chuva de estrelas desde o século VIII,
mas somente em 1835 o belga Adolphe Quetelet identificou que
se tratava de um acontecimento anual.
Fonte:
Redação Terra

A chuva de meteoros Perseid é
vista anualmente em agosto quando a Terra passa diretamente
no fluxo de escombros deixado pelo cometa Swift Tuttle. O
cometa completa sua órbita a cada 130 anos, a última vez que
passou pela Terra foi em 1992. Os meteoros de Perseid,
vistos em Los Padres National Forest, na Califórnia, são
brilhantes e frequentemente deixam um rastro gasoso de
grande luminosidade.
Fonte G1.
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