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Os Sinais do Apocalipse.

 

            Diz a Sagrada Escritura:

"Se não cuidares de observar todas as palavras desta lei, consignada neste livro, em sinal de reverência pelo nome glorioso e temível de Javé, teu Deus, o Senhor te ferirá, bem como a tua posteridade, com pragas extraordinárias, pragas grandes e permanentes, doenças perniciosas e pertinazes" ( Dt. 28, 58-59)

 

"Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu". ( Lc, 21, 11)

 

 

Sobe para 135 o número de casos de superbactéria no Distrito Federal

 

19.10.10 - BRASÍLIA: Desse total, 48 pacientes estão internados; 15 mortes relacionadas à infecção foram confirmadas.

 

O número de casos suspeitos de contaminação pela bactéria resistente a antibióticos Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC) no Distrito Federal subiu de 108 para 135. Desse total, 48 pacientes permanecem internados em 16 hospitais, dos quais nove são públicos e sete, privados. A informação é da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

A Gerência de Investigação e Prevenção das Infecções da secretaria, responsável pelo levantamento da situação nos hospitais, confirmou 15 mortes relacionadas à infecção. Havia a suspeita de que 18 óbitos tivessem sido provocados pela bactéria, mas a secretaria informou que três foram descartados.

No Hospital de Base de Brasília (HBB), há 23 casos de KPC. As pessoas que desenvolveram a infecção são doentes graves da terapia intensiva, da neurocirurgia ou politraumatizados.

Segundo o diretor do HBB, Carlos Schmin, foi preciso fazer um remanejamento no hospital para dar maior segurança aos internados. “Estamos fazendo um esforço para controlar o contágio pela bactéria. Dividimos o prédio em quatro alas, uma para pessoas que tiveram contato com pacientes com KPC, outra para pacientes com quadro infeccioso, a terceira para portadores e a última para quem chega ao hospital”, enumerou.

Segundo o diretor, essa superbactéria, que surgiu em 2000 nos Estados Unidos, é hoje uma preocupação mundial. De acordo com ele, o micro-organismo está presente tanto em hospitais públicos como privados, em vários Estados brasileiros. “O Pronto-Socorro do Hospital de Base recebe diariamente de 6 mil a 7 mil pessoas, o que aumenta o risco. Temos reforçado o cuidado com a higienização e impedido o contato com pacientes suspeitos para evitar novos contágios”, afirmou.

 

Fonte: O Estadão.

Contra superbactéria, Anvisa deve mudar normas de antibióticos.

19.10.10: O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta terça-feira que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve editar uma nova norma para a compra de antibióticos nas farmácias, em resposta ao surto de bactéria super-resistente Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC).

Para adquirir o produto, o consumidor seria obrigado a ter um tipo de receita que é retida na farmácia, exatamente como é feito com os medicamentos controlados. A medida dever ser editada em dezembro, segundo o órgão.

"Infelizmente no Brasil nós ainda temos uso indiscriminado de antibióticos. A Anvisa está concluindo uma nova regulamentação a partir da qual o acesso ao antibiótico nas farmácias só vai poder se dar através de receita médica. O autoconsumo, o consumo irresponsável, a má prescrição é que levam a situações como essa", afirmou Temporão.

As mudanças serão feitas para coibir o uso indiscriminado de antibióticos, que leva à população a ficar mais resistente ao medicamento, fazendo com que o organismo não reaja tão bem no caso de infecções mais graves. Para Temporão, esse pode ter sido o motivo para o surgimento da superbactéria KPC.

O ministro disse que, por enquanto, o surto se restringe a Brasília. "Claro que temos que analisar questões internas que podem ter levado a falhas no processo de controle de infecção hospitalar. Se aconteceu este problema aqui é porque houve falha em algum momento do processo", afirmou.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal divulgou na última sexta-feira que o número total de pacientes suspeitos de portarem a bactéria é de 135. O crescimento é de 25% em relação à semana passada, quando o governo informou um total de 108 casos suspeitos, de janeiro a outubro deste ano. Apesar disso, a secretaria diminuiu o número de mortes ligadas à infecção. Na semana passada, eram 18 óbitos, mas três foram descartados como sendo relacionados à KPC. Até o momento, a bactéria foi identificada em 16 hospitais, nove públicos e sete privados.

Ao adquirir uma enzima, a bactéria se tornou resistente a um grupo de antibióticos, incluindo os mais potentes contra infecções, e pode se tornar insensível aos três únicos antibióticos que restaram para o seu tratamento.

Fonte: Especial para Terra.

 

 

 

 

 

 
 

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