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Os Sinais do Apocalipse.

 

            Diz a Sagrada Escritura:

"Se não cuidares de observar todas as palavras desta lei, consignada neste livro, em sinal de reverência pelo nome glorioso e temível de Javé, teu Deus, o Senhor te ferirá, bem como a tua posteridade, com pragas extraordinárias, pragas grandes e permanentes, doenças perniciosas e pertinazes" ( Dt. 28, 58-59)

 

"Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu". ( Lc, 21, 11)


A doença da dengue hemorrágica.

RS registra 1.955 casos suspeitos de dengue em 2010.

11.03.10: O Rio Grande do Sul registrou 1.955 notificações de casos de dengue do início do ano até esta quinta-feira no Estado, de acordo com informações da Secretaria Estadual da Saúde (SES).

Os municípios de Ijuí, a 402 km de Porto Alegre, e Santa Rosa, a 495 km da capital gaúcha, continuam apresentando o maior número de registros. Ijuí, 1.642 casos notificados e Santa Rosa, 58.

Nos dias 4 e 5 de março, a equipe da Divisão de Saúde do Departamento de Tratamento Penal (DTP) da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) realizou um trabalho de combate aos focos do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, nas dependências da Penitenciária Modulada de Ijuí.


Larva do mosquito da dengue.

Os agentes da Susepe detectaram um foco de mosquito em um bueiro na Penitenciária, e imediatamente realizaram o combate com a aplicação de veneno.

Além de Ijuí, os agentes realizaram o mesmo trabalho no município de Santa Rosa, a 495 km de Porto Alegre, e não detectaram nenhum foco. A instituição está atenta, principalmente nas regiões das Missões e Noroeste do Estado, onde surgiram casos de dengue.

Fonte: Redação Terra.

 

 


Mosquito transmissor da dengue - Aedes aegypti.

Dengue em SP tem relação com mudanças climáticas.

11.03.10 - As mudanças no clima da capital paulista nos últimos anos transformaram a cidade em uma "candidata forte" a ter grandes epidemias de dengue, segundo o diretor do Centro de Referência da Dengue de Campos dos Goytacazes, Luiz José de Souza.

 

"Acho que São Paulo vai ter epidemias futuras graves, pode não ser neste ano, mas nos próximos, porque em São Paulo houve a mudança de temperatura brusca".

 

Segundo Souza, quem conhecia São Paulo no passado, "aquele friozinho, aquela chuvinha fininha", percebe hoje que a cidade passou a ter calor, tempestades constantes e muitos alagamentos. "Ou seja, tudo o que o mosquito gosta tem na capital", afirmou o especialista em entrevista à Agência Brasil.

 

O professor de saúde pública da Universidade de São Paulo (USP), Gonzalo Vecina, concorda com a avaliação de Souza, mas ressalta que, mesmo assim, a propagação da doença pode ser controlada.

 

"É possível que o poder público controle a proliferação do mosquito transmissor da dengue, mas, a probabilidade de você ter uma epidemia, se o poder público esmorecer ou se a população não levar isso a sério, é muito grande", alertou Vecina.

 

Luiz José de Souza destaca a importância de preparar o sistema de saúde para diagnosticar a dengue com rapidez e tratar a doença com eficiência. "Tem que se organizar na assistência. Fazer o diagnóstico o mais rápido possível, o reconhecimento da doença, para poder fazer o tratamento adequado em tempo hábil".

 

Nos dois primeiros meses deste ano, foram confirmados 67 casos de dengue na cidade de São Paulo, mais do que o dobro de igual período do ano passado (26). A Secretaria Municipal de Saúde ressalvou que apesar desse número, a infestação ainda é considerada baixa, por ser inferior a 100 casos por 100 mil habitantes. Historicamente, o maior número de casos na capital paulista se registra nos meses de março e abril.

 

Como a ocorrência da dengue é anual, principalmente nos meses mais quentes, Gonzalo Vecina destaca a importância de que as medidas de prevenção acompanhem essa periodicidade. "A dengue é que nem limpar casa, todo dia é de limpar casa", comparou.

 

Segundo Vecina, epidemias muito fortes, como as que começam a ocorrer em alguns municípios paulistas, decorrem do descuido das autoridades. Ele explicou que, sempre que a epidemia ocorre e foge do controle, a autoridade pública usou "de maneira inadequada" a sua capacidade de mobilizar as pessoas para que controlassem os locais onde os mosquitos crescem.

 

Para José Luiz de Souza, os problemas de infra-estrutura do país impedem a erradicação completa da doença e atrapalham na prevenção. Ele destacou que a melhor prevenção é o trabalho combater o vetor, embora isso seja muito difícil no país, por problemas de infra-estrutura. "Condições de saneamento básico, condições habitacionais, temos hoje favelização crescente, abastecimento de água inadequado". De acordo com ele, a única solução definitiva para o problema seria uma vacina que combatesse os quatro tipos de vírus existentes.

 

Fonte: Terra noticias

 

 

 

 

 

 

 
 

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