:: Página Principal.
:: Documentário da Igreja.
:: O Poder da Santa Missa.
:: O Poder do Santo Rosário
:: Aparições de N. Senhora.
:: A Vida dos Santos.
 
:: As Grandiosas Orações.
:: As Orações e Promessas.
:: As Devoções.
 
:: O Relógio da Paixão.
:: A Divina Misericórdia.
:: A Mediação de Maria.
 
:: A Catequese do Papa.
:: Guerreiros da últ. Ordem.
:: Os Sinais do Apocalipse.
 
:: O Estudo da Liturgia.
:: A Imitação de Cristo.
:: Confessai-vos bem.
 
:: Confissões do Inferno.
 
 
 

Os Sinais do Apocalipse.

 

            Diz a Sagrada Escritura:

            Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu. ( Lc, 21, 11)

 

Peste bubônica volta a atacar, desta vez no Congo

02/10/08 : Dado é da Organização Mundial da Saúde, que viu surto em 2006.
A Peste Negra, comum na Idade Média, ainda não foi erradicada.

Durante a idade média uma doença infecciosa varreu o mundo. Era a chamada Peste Negra ou Peste Bubônica. Para quem pensa que essa doença faz parte da história a Organização Mundial da Saúde registrou em 2006 um surto na República Democrática do Congo.

A doença atingiu uma área de mineração de diamantes no noroeste do Congo, região de difícil acesso e instável politicamente com ação de grupos de guerrilheiros.

Segundo informações de um time avançado de médicos de uma ONG, o grupo de mineradores atingido tinha cerca de mil pessoas, que se espalharam pela selva e vilas próximas.

A peste é uma doença causada por uma bactéria chamada de Yersinia pestis.
Essa bactéria existe na natureza, habitando roedores como ratos e infectando seus parasitas como as pulgas.

A doença se espalha ao ser humano através da ação dos insetos ou pelo contato com substâncias contaminadas pela bactéria eliminada pelos roedores.

Existem três formas da doença no ser humano:

 A forma bubônica, transmitida pela contaminação da pele através da picada das pulgas ou contato de pele ferida com a pele dos animais ou seu sangue. A principal característica dessa forma é a presença dos bubões, ou linfonodos aumentados de tamanho vistos sob a pele.

A forma pulmonar, que acomete diretamente os pulmões e a transmissão passa a ser feita diretamente, pela eliminação de bactérias pela tosse, de um ser humano a outro.

Existe ainda uma forma septicêmica, onde a bactéria prolifera no sangue.

 A evolução da doença é rápida e após um período de incubação médio de uma semana. Após a manifestação da doença a evolução para piora e morte é rápida, levando alguns pouco dias.

 O tratamento com antibióticos, felizmente, é simples e eficiente, desde que aplicado precocemente.

O que torna o surto da doença no Congo importante é o fato de que apesar de todos os avanços tecnológicos da medicina não fomos capazes de resolver problemas como esse.

Fonte G1.

 

 

 

 

 

 
 

       © Últimas e Derradeiras Graças