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Os Sinais do Apocalipse.
Diz a Sagrada Escritura:
- "... E haverá fome, peste
e grandes desgraças em diversos lugares." (Mt. 24,7)
Paraíba registra 18 casos da superbactéria desde 2009.
22/10/2010 Secretaria de Saúde do Paraná tem 24 notificações
de pacientes infectados. Anvisa define nesta sexta
diretrizes para registros dos casos pelo país.
A
Secretaria de Saúde da Paraíba registrou 18 casos da
superbactéria KPC desde abril de 2009.
O órgão informou que todas as notificações foram feitas pelo
Hospital Universitário, em João Pessoa, mas que ainda não
foi feito levantamento de mortes.
Na região Sul, o Paraná é o
estado com o maior número de casos, com 21 ocorrências em
Londrina e três em Curitiba.
O período das notificações não foi informado. Dos três
pacientes detectados no Hospital de Clínicas da capital
paranaense, um morreu e dois seguem internados na Unidade de
Terapia Intensiva (UTI) do hospital. A Secretaria Municipal
de Saúde de Curitiba informou que o paciente estava
debilitado e não é possível assegurar que a superbactéria
tenha sido determinante para o óbito.
Em
Santa Catarina, a Gerência de Controle de Infecção
Hospitalar contabilizou três casos confirmados desde o fim
de 2009, em dois hospitais. Os estabelecimentos foram
orientados a relatar laudos de exames laboratoriais com
indicativo de resistência acima do normal.
O Rio
Grande do Sul não tem nenhuma ocorrência oficial registrada
até a manhã desta sexta-feira (22).
Segundo levantamento feito até esta quinta-feira (21), o
Distrito Federal registrou 163 pessoas contaminadas e 14
mortes pela superbactéria KPC.
O
governo do Espírito Santo registrou um caso em julho deste
ano.
O paciente morreu, mas não em decorrência da superbactéria.
A
Secretária de Saúde de Mato Grosso do Sul não registrou
casos da superbactéria.
As
secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e de Rondônia
não registraram casos.
Segundo a assessoria da Secretaria de Estado da Saúde da
Bahia, não há notificações oficiais no Estado, mas dois
casos suspeitos estão sendo investigados.
O órgão emitiu uma nota às unidades de saúde pedindo que
registrem possíveis ocorrências e redobrem os cuidados para
prevenir infecções.
São Paulo
A
Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo afirmou, nesta
quinta-feira, que não foi registrado até o momento nenhum
surto da superbactéria no estado. A pasta diz não saber, no
entanto, se há casos isolados nos hospitais, já que não há
uma notificação compulsória.
As
assessorias dos hospitais Sírio-Libanês e São Camilo
informaram que nenhum caso foi registrado nas unidades até
esta sexta-feira. No Hospital Albert Einstein, também não
houve novos casos. Na quarta-feira (20), o infectologista
Luis Fernando Aranha Camargo disse que o Einstein começou a
partir de abril deste ano a fazer o controle da colonização
da superbactéria. Foram registrados três casos de
colonização – quando a infecção não se desenvolve e o
paciente não apresenta sintomas.
Rio de Janeiro
A
Secretaria estadual de Saúde do Rio informou nesta
quarta-feira que não há caso de infecção pela bactéria no
estado. A secretaria informou ainda que está seguindo as
diretrizes determinadas pelo Ministério da Saúde e Anvisa
para evitar possíveis casos de contaminação.
Em
julho deste ano, a Clínica São Vicente, na Gávea, na Zona
Sul do Rio, registrou um caso de um idoso infectado pela
superbactéria KPC. De acordo com a clínica, o paciente se
recuperou. Desde então, não foi registrado mais nenhum caso
na instituição. Segundo a gerente de enfermagem Jane Biehl,
a São Vicente toma algumas providências para que a infecção
não se espalhe. “Usamos avental descartável, luvas para
tocar no paciente e colocamos uma placa vermelha na porta do
quarto do paciente para alertar que a doença é infecciosa”,
disse.
Não
houve registros no Hospital Cardio Trauma Ipanema; Hospital
Pasteur, em Botafogo; Hospital Mario Leoni, em Caxias; e São
Lucas, em Copacabana. A Rede D’or informou que por razões
estratégicas não irá divulgar nenhuma informação sobre o
assunto. O Hospital Samaritano, em Botafogo, informou que
não registrou casos de pessoas infectados pela KPC.
Orientação
O
ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou na
terça-feira (19) que a Anvisa vai dificultar a venda de
antibióticos. Entre as medidas que serão apresentadas está a
retenção pelas farmácias da receita médica utilizada na
compra do medicamento. Temporão disse ainda que a Anvisa vai
reunir 17 especialistas para discutir meios de evitar a
propagação da superbactéria.
Segundo o ministro, as medidas, previstas para dezembro,
têm por objetivo conter a propagação da superbactéria KPC,
que mata, segundo especialistas, pelo menos metade das
pessoas contaminadas. De acordo com a Anvisa, as
receitas médicas para a compra de antibióticos passarão a
ser retidas pelas farmácias para evitar a reutilização do
documento sem a orientação de médicos.
Segundo a agência, nesta sexta-feira serão definidos padrões
e diretrizes para que os órgãos de saúdes dos municípios e
estados façam a notificação compulsória dos casos da
superbactéria. Segundo a Anvisa, até o momento as
notificações não eram obrigatórias. A medida tem o objetivo
de mapear os locais com maior incidência da superbactéria em
todo o país.
Fonte:
G1.
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