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Os Sinais do Apocalipse.
Diz a Sagrada Escritura:
"Se não cuidares de observar todas as palavras desta lei,
consignada neste livro, em sinal de reverência pelo nome
glorioso e temível de Javé, teu Deus, o Senhor te ferirá,
bem como a tua posteridade, com pragas extraordinárias,
pragas grandes e permanentes, doenças perniciosas e
pertinazes"
( Dt. 28, 58-59)
"Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes,
e aparecerão fenômenos espantosos no céu". ( Lc, 21, 11)

Mosquito Aedes aegypti
transmissor da dengue.
Mortes por dengue aumentam quase 90% neste ano, informa
ministério.
11/11/2010: Total de casos notificados também cresceu,
segundo programa nacional. Ministro lançou nova edição da
Campanha Nacional de Combate à Dengue.
O
número de mortes provocadas pela dengue no país aumentou
89,7% neste ano (no período entre janeiro e 16 de outubro)
em relação a todo o ano passado,
segundo dados divulgados nesta quinta (11) pelo Ministério
da Saúde.
De
acordo com o coordenador do Programa Nacional de Controle da
Dengue, Giovanini Coelho, houve 312 mortes em 2009 e 592
entre janeiro e 16 de outubro deste ano.
O
número de casos notificados da doença, informou o
ministério, aumentou mais de 90% no mesmo período. Em todo o
ano de 2009, foram notificados 489.819 casos e, neste ano,
mais de 936 mil.
Segundo ele, 70% dos casos notificados estão concentrados em
seis estados: São Paulo, Acre, Minas Gerais, Rondônia, Mato
Grosso do Sul e Goiás.
A
maior parte das mortes teve como causa o vírus do tipo 1 da
doença, comum nos anos 90, afirmou o coordenador do
programa.
O
vírus da dengue tipo 1 voltou a circular pelo país e
encontrou um contingente populacional sem imunidade.
Esse vírus circulou por áreas muito populosas, como São
Paulo e Minas Gerais" Giovanini Coelho, coordenador do
Programa Nacional de Controle da Dengue, sobre o aumento no
número de mortes pela doença
“O
vírus da dengue tipo 1 voltou a circular pelo país e
encontrou um contingente populacional sem imunidade. Esse
vírus circulou por áreas muito populosas, como São Paulo e
Minas Gerais”, disse Coelho.
Segundo ele, a combinação entre alta incidência de chuvas,
temperaturas elevadas e baixo saneamento também contribuíram
para o aumento no número de casos. Outro fator é o número de
domicílios que não têm coleta regular de lixo - mais de 10
milhões, segundo o ministério.
Campanha
Nesta
quinta, o Ministério da Saúde lançou uma nova edição da
Campanha Nacional de Combate à Dengue. De acordo com o
ministro José Gomes Temporão, a campanha consistirá de
distribuição de folhetos e propaganda em emissoras de rádio
e televisão.
A
partir da próxima semana, o ministro visitará as cidades
onde há maior risco de disseminação da doença, com o
objetivo de divulgar a campanha.
Neste
ano, o Ministério da Saúde pretende intensificar a campanha
de combate à doença, com peças publicitárias consideradas
mais fortes, que vão utilizar depoimentos de pessoas que
passaram pela doença ou tiveram familiares e amigos
atingidos.
Cidades com risco de surto
Temporão disse que, atualmente, 15 cidades correm o risco de
passar por um surto de dengue nos próximos meses, das quais
duas capitais: Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).
Em
outras 123 cidades do país, o ministério detectou situação
de alerta para a doença, segundo o ministro da Saúde, José
Gomes Temporão.
Eu
gostaria hoje de estar aqui dando uma notícia que seria
primeira página, que seria a incorporação de uma vacina
contra a dengue, mas não será neste momento. Vocês sabem que
já estamos testando um protótipo desta vacina em Santa
Catarina, mas ainda não será neste momento" Ministro José
Gomes Temporão (Saúde)
Participaram do levantamento 417 cidades. Destas, 300 já
enviaram as informações ao Ministério da Saúde. Outras 188
estão finalizando a contabilização dos dados.
Segundo o ministério, os 15 municípios que apresentam risco
de surto representam 5% de todos os que encaminharam os
dados ao ministério. São as cidades de Afogados da Ingazeira
(PE), Ceará-Mirim (RN), Bezerros (PE), São Miguel (RN),
Serra Talhada (PE), Rio Branco (AC), Ilhéus (BA), Floresta
(PE), Simões Filho (BA), Mossoró (RN), Porto Velho (RO),
Caicó (RN), Tamaragibe (PE), Caetanópolis (MG) e
Epitaciolândia (AC). Em 2009, dez cidades estavam em
situação de risco, entre elas Ilhéus e Mossoró, que
permaneceram na lista deste ano.
De
acordo com o ministério, a situação de risco é caracterizada
quando mais de 3,9% das residências pesquisadas pelos
técnicos do Ministério da Saúde apresentam larvas do
mosquito transmissor da doença. Na situação de alerta, o
índice de infestação vai de 1% a 3% das residências. Para o,
Ministério da Saúde, o índice considerado satisfatório deve
ser menor de 1%.
Outras
123 cidades estão em situação de alerta, e representam 41%
dos municípios analisados. Entre eles, estão 11 capitais –
Salvador, Palmas, Rio de Janeiro, Maceió, Recife, Goiânia,
Aracaju, Manaus, Boa Vista, Fortaleza e Vitória. Em outros
54% das cidades analisadas, a situação foi considerada
satisfatória, onde não há riscos de surto da doença.
"Sabemos que a dengue é uma doença em que o diagnóstico
precisa ser feito de forma rápida, e o atendimento também.
Além disso, houve um reforço para os estados de insumos,
medicamentos, inseticidas, larvicidas e um treinamento mais
intenso dos agentes de saúde" disse o ministro.
Vacina
O
ministro lamentou o fato de o governo brasileiro ainda não
ter conseguido desenvolver uma vacina para combater a
doença.
" Eu
gostaria hoje de estar aqui dando uma notícia que seria
primeira página, que seria a incorporação de uma vacina
contra a dengue, mas não será neste momento. Vocês sabem que
já estamos testando um protótipo desta vacina em Santa
Catarina, mas ainda não será neste momento", disse o
ministro.
Fonte:
G1.
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