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Os Sinais do Apocalipse.
Diz a Sagrada Escritura:
Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes,
e aparecerão fenômenos espantosos no céu. ( Lc, 21, 11)

Itajaí: 130 mil pessoas têm risco de leptospirose
Francisco
de Assis
Direto de Itajaí
11/12/2008: A Defesa Civil de
Itajaí (SC) alerta para o risco de 130 mil pessoas terem se
contaminado com a leptospirose durante as chuvas que
atingiram o Estado. "A gente calcula que aproximadamente 130
mil pessoas tiveram um contato direto com a água. Então
essas pessoas não podem vacilar", disse o coordenador Sérgio
Burgonovo. "Se estiverem, com os sintomas precisam procurar
rapidamente um posto de saúde. Se a leptospirose for
diagnosticada no início, a probabilidade de cura é grande,
mas se deixar passar é perigoso, afinal, é uma doença
letal."
Nas ruas
do município, conhecido sobretudo pela intensa atividade
portuária, a população sofre com os efeitos da cheia que
deixou a região em estado de alerta.
"As ruas
estão esburacadas, o sistema de drenagem está totalmente
comprometido e algumas pontes foram danificadas. O problema
maior vai ser para a população que chegou em casa e vai ter
que jogar tudo fora", afirmou Burgonovo. "A gente anda pela
periferia e vê que esse pessoal não tem mais nada. O
prejuízo social é muito grande."
De acordo
com a Defesa Civil, 76 casas foram interditadas e pelo menos
170 pessoas ainda estão desabrigadas. "Cerca de 85% da área
urbana da cidade foi tomada pela enchente. Os 15% restantes
sofreram com os desmoronamentos", acrescentou o coordenador.
"Nesse momento, estamos direcionando nosso trabalho para a
distribuição de alimentos, verificação de risco das casas e
triagem das pessoas que estão alojadas, mesmo porque muitas
estão se aproveitando da situação."
O balanço
oficial divulgado pela prefeitura aponta que três pessoas
perderam a vida durante a tragédia e 20 ainda estão
desaparecidas.
O
resultado da maior enchente da história da cidade se reflete
também no comércio. Muitas portas estão abertas, mas o
movimento ainda está abaixo do normal.
"A gente
nota que a cidade está parada. As lojas estão vazias",
afirmou a diarista Rosângela Galazem. "As aulas terminaram
antes do que deveria. Está tudo muito diferente do que
estamos acostumados."
Fonte:
Especial para Terra
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