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Os Sinais do Apocalipse.

 

            Diz a Sagrada Escritura:

            Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu. ( Lc, 21, 11)

Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação. (Lc. 21, 28)

 

Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade. (Lc. 21, 27)

 

Foto Microscópica do vírus H1N1 - Influenza A.

Gripe suína pode matar muito rápido, dizem pesquisadores

16.10.09: O novo vírus da gripe H1N1 está "atacando de modo diferente" das gripes sazonais, matando mais jovens do que as gripes comuns e, frequentemente, matando-os com muita rapidez, disseram dirigentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira.

Uma análise de estudos feitos nos sete meses de circulação do vírus H1N1, também conhecido como gripe suína, mostra que normalmente ele é brando, mas pode causar sintomas severos e incomuns em algumas pessoas, segundo um encontro promovido pela OMS em Washington nesta semana.

"Participantes que lidaram com casos como esses concordam que o quadro clínico em casos graves é claramente diferente do padrão da doença visto durante as epidemias sazonais de gripe", disse o doutor da OMS, Nikki Shindo, durante o encontro.

A gripe H1N1 foi declarada uma pandemia em junho e está se espalhando globalmente. A OMS parou de contar os casos, já que não há testes suficientes para diagnosticar todas as pessoas doentes.

Também nesta sexta-feira, a doutora Anne Schuchat, do Centro para Prevenção e Controle de Doenças, dos Estados Unidos, disse que 86 crianças norte-americanas morreram de gripe H1N1, a maioria com idades entre 5 e 17 anos, grupo que normalmente escapa de sérias epidemias de gripe.

Normalmente, a influenza é uma doença do trato respiratório superior, afetando nariz e garganta. Mas o H1N1 vai mais além, atingindo os pulmões.

Shindo disse que a OMS está se empenhando em compreender quais são os fatores de risco para uma séria irrupção de gripe

H1N1.

"Embora o exato papel da obesidade seja pouco compreendido no momento, a obesidade, e especialmente a obesidade mórbida, foi amplamente constatada em um grande número de casos severos e fatais", disse Shindo. "A obesidade não havia sido reconhecida como um fator de risco em epidemias passadas ou gripes sazonais."

Fonte: Terra Notícias.

 

 

 

Gripe H1N1 ainda preocupa por sua imprevisibilidade, diz OMS

16.10.09: A pandemia da gripe H1N1 continua sendo motivo de preocupação por causa de sua natureza desconhecida, após ter causado quase 5 mil mortes este ano, afirmou a Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta sexta-feira.

Uma declaração da agência de saúde da ONU afirma que mais de 4.735 mortes foram atribuídas ao vírus H1N1, conhecido como da gripe suína, e que sua atividade no hemisfério norte é muito maior que usual.

Mas o porta-voz da OMS Gregory Hartl disse que é muito cedo para concluir qualquer coisa sobre a contagem de mortos, uma vez que os especialistas precisam monitorar um ano inteiro da doença, que a OMS declarou como pandemia em junho depois que a gripe foi detectada pela 1a vez em abril.

"Apesar do número de mortos não ser enorme até o momento, temos que continuar a estar preparados para desenvolvimentos à medida em que passamos pelo inverno no hemisfério norte", explicou Hartl.

Os especialistas em saúde precisam observar particularmente o comportamento do vírus durante o tradicional pico de janeiro-fevereiro da temporada de gripe no hemisfério norte, acrescentou ele a jornalistas.

A maior parte das pessoas que pegam o vírus H1N! sofre apenas sintomas leves. Mas, ao contrário da gripe comum sazonal, que pode ser terrível para idosos, o H1N1 pode ser mais perigoso para algumas pessoas com boas condições de saúde ou mesmo jovens adultos saudáveis.

"Há um pequeno subsistema de casos que podem progredir rapidamente para um estado severo e isso algumas vezes num intervalo de 24 horas, e então se torna um desafio muito grande salvar essas pessoas", disse Hartl.

"Essa doença continua a preocupar porque ela não se comporta como uma gripe sazonal e porque não afeta os mesmo grupos que são afetados pela gripe sazonal".

Fonte: Terra Notícias.

 

 

 

 

 

 
 

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