:: Página Principal.
:: Documentário da Igreja.
:: O Poder da Santa Missa.
:: O Poder do Santo Rosário
:: Aparições de N. Senhora.
:: A Vida dos Santos.
 
:: As Grandiosas Orações.
:: As Orações e Promessas.
:: As Devoções.
 
:: O Relógio da Paixão.
:: A Divina Misericórdia.
:: A Mediação de Maria.
 
:: A Catequese do Papa.
:: Guerreiros da últ. Ordem.
:: Os Sinais do Apocalipse.
 
:: O Estudo da Liturgia.
:: A Imitação de Cristo.
:: Confessai-vos bem.
 
:: Confissões do Inferno.
:: O Milagre de Lanciano.
:: A Contrição Perfeita.
 
:: Eucaristia ou Nada.
:: Beato João Paulo II.
:: Papa Bento XVI.
 
:: O Catecismo da Igreja.

O Santo do Dia.

 

16 de janeiro.

 

 

Santo Marcelo I
Papa

(+ Roma, 309)

 

www.obradoespiritosanto.com

 

Dedicou-se à reorganização da Igreja após a terrível perseguição de Diocleciano.

No início do ano 304 com a morte do Papa Marcelino, a Igreja viveu um longo e confuso período de sua história, recheado de incertezas e de perseguições, que a desorganizou, inclusive internamente. Nesta época surgia Marcelo I, confundido por muitos anos com o próprio Papa Marcelino pois, alguns biógrafos achavam que eram a mesma pessoa e outros historiadores afirmaram, que ele havia sido apenas um padre.

 

No século III, também para o Império Romano não foi nada agradável, pois já se delineava a sua queda histórica. O imperador Diocleciano que se mostrava um tirano insensato e insano, também já não governava por si mesmo, era comandado pelo assessor Gelásio. Foi a mando dele, que Diocleciano decretou a mais feroz, cruel e sangrenta perseguição aos cristãos, estendida para todos dos domínios do Império. E continuou, após a sua morte, sob o patrocínio do novo imperador Maxêncio.

 

A Cátedra de São Pedro vivia num período de "vicatio", como é chamado o tempo de ausência entre a eleição legítima e a entrada de um novo pontífice. Foi uma época obscura e de solavancos para toda a Igreja, que agonizava com a confusão generalizada provocada pelas heresias e pelos "lapsis", esta figura sombria que surgira em conseqüência das perseguições.

 

Em 27 de maio de 308, foi eleito o Papa Marcelo I, um presbítero de origem romana, humilde, generoso, de caráter firme e fé inabalável. Ele assumiu a direção da Igreja, após quatro anos da morte do seu predecessor e se ocupou da difícil tarefa de sua reorganização.

 

O seu pontificado, ao contrário do que se imaginava, ficou muito bem atestado pelas fontes da época. Nestes relatos se constatou o comportamento pós-perseguição que a Igreja teve com os "lapsis" ou "renegados", como eram chamados os cristãos que, por medo, haviam publicamente renunciado a Fé em Cristo.

 

A esse respeito, existe o registro de um elogio feito ao papa Marcelo I pelo papa Damásio I em 366. Enquanto muitos bispos do Oriente pediam a excomunhão destes cristãos, especialmente para os que faziam parte do clero, ele se mostrou rigoroso mas menos radical. Severo, decidiu que a Igreja iria acolhê-los, depois de um período de penitência. Também, determinou que nenhum concílio podia ser convocado sem a prévia autorização do papa.

 

Mas acabou sendo preso por ordem do imperador Maxêncio, que o exilou e obrigou a trabalhar na sua própria igreja, a qual fora transformada em estábulo. Morreu em conseqüência dos maus tratos recebidos, no dia 16 de janeiro de 309.

 

A Igreja declarou Marcelo I santo e mártir da fé, para ser festejado nesta data. As suas relíquias estão guardadas na Cripta dos Papas no cemitério de Santa Priscila, em Roma.

 

www.obradoespiritosanto.com

 

 

 

 

       © Últimas e Derradeiras Graças